quinta-feira, 14 de maio de 2009

Capitulo IV – O Destino Aponta.

O lobo bípede olhava para dentro dos olhos dos garotos, nesta mesma hora era possível ouvir sons de outras pisadas fortes sobre o teto do vagão que seguidamente iam do vagão para o chão, neste momento era possível olhar para as costas dos outros lobos gigantes, eles pareciam estar olhando fixamente para o corredor, do qual Will apontou anteriormente.

- Vocês são os garotos da Avalon correto? – Falava uma voz no ar, era grossa e rasgada, lembrada um trovão.

Naquele momento um Homem com um sobretudo negro e vestes um pouco sujas e rasgadas entrava, ele tinha olhos escuros e um cabelo bagunçado ate os ombros, fitando os garotos que pareciam estar apavorados, ele completava.

- É parece que são. – Respondia ele, para ele mesmo.

- Então vocês são amigos? – Perguntava Will.

- Não. – Veio na ponta da língua – E sim... estou só cumprindo um favor jovem humano. – Dizia o homem estranho.

As luzes estavam piscando de maneira frenética e o ar do local estava muito frio, a ponto das janelas de vidro estarem úmidas, era possível ver o rosto de preocupação do homem ao fitar o corredor, ele passava a frente dos jovens, e olhava o jovem James.

- Você será um problema.. – Dizia ele.. – Machucado só ira atrasar o grupo – Dizia ele colocando a mão sobre o ombro e a outra sobre a perna do rapaz.

Era possível sentir que algo invisível e rodeou o jovem James naquele momento, sendo assim, quando o homem tirava as mãos do jovem, o próprio levantava meio que eufórico e alegre.

- Cacilda! To pronto pra outra. – Comentava James.

- Hum... Então quebra ele novamente – Dizia Will para o homem misterioso – Não quero me meter mais em confusões do tipo. – Completava.

- Vocês precisam ir agora... sigam reto, na terceira estação que vocês encontrar, subam e saiam e verão a avenida principal vão para a direita e iram ver um grande hospital chamado Mercy, no teto dele na área circular de pousar helicópteros existem um espelho no chão, toquem no espelho e voltaram para seu mundo de origem.

- Ah legal.. um espelho? – Perguntava Will impressionado.

- Vão!!! – Gritava o homem...

Os jovens sentiam-se impulsionados a correr o mais rápido possível para longe daquele local, pois parecia que havia uma força sobrenatural dentro da voz do homem, os jovens corriam como se suas vidas dependessem disso, e realmente dependiam. Passavam pelos trilhos e vagões de metrôs virados, havia vários corpos de zumbis no chão, talvez os homens-lobo tivessem limpado tudo no seu caminho, so jovens estavam correndo para encontrar o a terceira estação.

- Complicado.... – Comentava Loren – no que diabos nos metemos? – A voz dele era de preocupação.

- Nem sei, porem, esses lobisomens ai, me deixaram realmente preocupado agora. – Comentava James.

- Lobisomens? - Perguntava Will curioso.

- Sim, nunca jogou RPG não? – Perguntava James irônico.

- Ui... – Loren e Nicolau falavam simultaneamente.

Nicolau parava um pouco e apontava para a esquerda.

- A terceira estação é essa. – Tom de curiosidade.

- Eita, nem tava contando... – Dizia Will preocupado.

Após parar e observar com cautela o local, que como sempre, estava gélido e cinza como os outros, com teias de aranhas nas quintas e manchas de sangue seco no chão, curioso é que não haviam corpos no chão naquele local, indicando que a passagem poderia não ser tão boa para eles. Após subir as escadinhas e estarem dentro da própria estação, havia ali dentro alguns zumbis em estado catatônico, o que não seria tão problemático de atravessar, se caso, seguissem silenciosamente. Passaram da parte de baixo onde tem as catracas, era possível ver uma quantidade preocupante de zumbis ali, qualquer barulho poderia levá-los a correr de uns trinta de uma única vez. Ao sair da estação encontravam a rua, olhando para o lado orientado anteriormente eles avistaram de longe um grande hospital de nome “Mercy”.

- Puta... – Comentava Will mumurrando. – É alto demais! – Reclamava.

- O jeito é ir.. – Completa Nicolau indo em frente..

Após estarem a duas esquinas do hospital, a tensão nos jovens era clara, estavam todos preocupados em passar dali, pois na rua tinha muitos zumbis, muitos mesmo, era sorte deles haver um caminho escuro na calçada para eles passarem com cautela.

- Cacilda.. vamos chegar hoje? – Mumurrava Will.

Quando Nicolau ia falar, era possível ouvir um barulho muito alto vindo de trás deles, como se alguém tivesse chutado uns baldes de lixo de metal.

- Que porra foi isso!? – Se perguntava Nicolau.

A cena era cômica, estava lá James com um rosto de culpado e alguns baldes de lixo no chão, fazendo assim todos os zumbis que estavam ao redor deles acordarem e irem em direção a eles,os jovens começavam a correr em direção ao hospital.

- PUTA QUE....!!! – Gritava Will correndo. – Que merda você Fez!? – Perguntava a James.

- Já ouviu falar em erro critico no teste de furtividade? – Respondia James.

- HEIM!? – Will ficava confuso.

- Esquece... COOORRE!!!! – Gritava Nicolau.

Correndo como loucos em direção ao hospital, era possível ver que a porta do hospital era de vidro e tinha uma ambulância virada de frente a ela, tampando metade da entrada. Urros, como se eles estivessem em um estádio de futebol era ouvido por eles...

- Mas que porra... – Se perguntava James.

Antes mesmo que James pudesse completar sua frase, eles viam a multidão de zumbis pulando os muros para irem à direção deles, o que assustava os garotos, pois ficava era estranho o porquê de tantos zumbis estarem ali, mas mesmo assim os jovens corriam pela rua em direção ao hospital, chegando a ultima esquina eles entravam no campo da construção, vendo logo longe um carro vindo na direção deles, os jovens corriam desesperados a direção da entrada do prédio, e mergulham para dentro, vendo o carro arrombar o vidro e ficar entre a porta, tampando assim a passagem da área da frente, pois existia a ambulância e o carro agora.

- Que merda é essa? – Dizia Will e James ao mesmo tempo, no chão enquanto olhavam o carro.

Do carro saia da porta de trás uma garota de cabelos castanhos claros e logo em seguida um jovem de cabelos curtos e totalmente brancos, o que era bem estranho, mas de tudo que havia de estranho ali, o que realmente foi mais inesperado, foi o fato da porta da frente do carro ser jogada para fora, e saindo dela um homem negro e alto seguido do homem que estava no volante um jovem de cabelos curtos e pretos, que olhava para os jovens.

- Que surpresa... – Comentava o homem branco que estava no volante.

- Eu que o diga! – Dizia Nicolau.

- Perdidos jovens? – Perguntava a garota.

- Hum... Não. – James respondia com duvida em sua voz.

- Estamos indo para o teto, onde tem um espelho, para poder voltar para casa. – Dizia Nicolau, nessa hora Will tenta tampar a boca do jovem, mas era tarde demais.

- Bem, também estamos indo pegar o portal da Umbra. – Comentava o homem negro. – podemos ir juntos. – Completa.

- por... por portal o que? – Perguntava Will.

Era possível ouvir um barulho, era os zumbis tentando invadir o local pela porta da frente, nesta hora os jovens pulavam para trás, porem eles viam a mão do homem branco na frente deles.

- Bem, calma... Airya, resolve isso. – Dizia ele para a jovem.

Ela fazia um sinal positivo com o rosto e o homem puxava os garotos para correrem para os corredores, assim quando eles estavam na quina no corredor, a jovem parava e olhava fixamente para os carros, seus olhos tornaram-se vermelhos lançando uma fina linha vermelha para cima dos carros, era possível ouvir um zumbido estranho, como se um “laser” tivesse sendo disparado, a linha ficava mais grossa e mais grossa, ate virar uma espécie de rajada de energia que explodia os carros, junto com uma boa parte dos zumbis que a área de recepção do hospital, os jovens ficavam olhando aquela cena, abismados.

- Minha filha você é quente. – Dizia James.

Ninguém prestava muita atenção no James pois a cena foi um pouco densa, o homem que estava no volante fala.

- Eu sou Marcus – Apontava para si mesmo – Este é Andy – Apontava para o homem negro – Airya – Apontava para a jovem. - E Michael – Apontava para o jovem de cabelos brancos. – Bem, vamos. Temos que chegar ao topo rápido.

Sem pensar muito os jovens seguiam essas pessoas em direção ao topo, após correr pelo corredor, eles se deparavam com as escadas e o elevador, James olhava par ao elevador que estava desativado e falava:

- Bem podemos escalar pelas escadinhas que tem nos elevadores... – Olhava para a parte de dentro do elevador.

- Acho melhor irmos pelas escadas – Dizia Andy.

Nesta hora o jovem de cabelos brancos tocava a parede perto do elevador, e depois de uns segundos dizia.

- O elevador caiu, está lá no subsolo. – Dizia o jovem que nem olhou para dentro da construção.

James e Will olhavam com rostos assustados para o novo povo que chegou. James estava decidido a ficar por ali, então os outros foram pelas escadas. Nas escadas, as pessoas subiam correndo para chegar logo a seus destinos, depois de um tempo subindo e subindo, já estavam cansados, porem foram obrigados a parar pois incrivelmente, havia um vagão de trem impedindo a passagem, como se algo tivesse o lançado para ali, o homem chamado Andy, chegava por baixo do vagão e tentava levantá-lo, pois só conseguia levantar um pouco, e desistia fazendo um rosto de negação. Tremores eram ouvidos por todos.

Nas escadas do elevador, James estava subindo, quando tremores o atrapalhavam e ele acabou caindo, ele já estava em uma altura muito elevada, tudo ficava escuro para ele, quando ele subitamente vê a imagem de um homem alto, magro de longos cabelos brancos e longa barba branca, cheio de tatuagens a sua frente, nessa hora ele acordava subitamente em uma cama, estava em um quarto luxuoso cheio de objetos exóticos e antigos, o jovem James levantava e ficava curioso sobre o que era tudo aquilo e em silencio, ia olhando tudo que estava pelo quarto, encontrando assim, em cima de um criado-mudo papeis, ele começa a olhar os papeis, tentando desvendar o que era aquilo, ele via vários símbolos, e algo que aprecia ser uma pedra que se dividia em três fragmentos, ele ia olhando os papeis mas não conseguia entender muita coisa, assim vendo a porta do quarto que estava a sua frente, na curiosidade, ele abria e via um corredor... e dava seu passo para fora, nessa hora tudo ficava negro para o jovem, agora ele sai via em uma sala toda branca e acolchoada... ele estava preso por uma camisa de força, e estranha tudo aquilo, uma voz ecoava no ar.

- Me dê os papeis que você pegou, e assim sairá vivo daqui. – Dizia a voz.

- Heim? – perguntava James..

Várias lanças saiam pelas paredes indo em direção a James, elas iam devagar.. bem devagar, um homem de terno e sobretudo marrom escuro estava ali, ele aparentava ter uns 40 anos, cabelos ate o queixo cortados em camada, uma barba rala e um rosto ameaçador..

- Me dê os papeis que você pegou, e assim sairá vivo daqui. – Dizia o homem.

- Hum... Não. – Respondia James.

O homem ficava olhando para o jovem, atrás dele a porta estava aberta, James tinha visto isso e para tentar fugir o jovem, olhava fixamente para o homem e suas veias pulavam de leve, fazendo o jovem ficar mais corado que o normal, assim, ele saltava por cima do homem, em um movimento acrobático incrível, pousando assim do outro lado, e correndo por um logo corredor, com um sorriso no rosto, e quando ele menos esperava estava o homem a sua frente.

- Me dê os papeis... você tem dez segundos... – Dizia o Homem.

James se via Cercado de lanças, com correntes em seus pés, ele estava suando frio, pois estava com medo de morrer naquele momento.

cinco – Dizia o homem - Quatro – James estava desesperado – Três – Os olhos do jovem estavam fechados com força, o suor passava pelas suas pálpebras fechadas , ele não sabia o que fazer.... – dois...

- TA!!!! – Gritava James. – Eu dou os papeis! – James puxava os papeis de seu bolso e entregava ao homem, e repentinamente tudo desapareceu e eles estavam na sala acolchoada novamente... o homem sorria...

- Obrigado James – Dizia o Homem... – Meu nome é O’Nell Futher, nos encontraremos novamente algum dia, garanto. – dizia o Homem desaparecendo e com ele, tudo que o jovem estava vendo...

Os tremores eram escutados por todos ali nas escadas.

- Que porra é essa!? – Dizia Will.

- Não sei, mas tem uma porta aqui, deve da para alguma sala de lá pegamos o elevador de serviço...

Os jovens entravam na porta e encontravam o jovem James deitado no chão.

- Oxi! Como ele chegou aqui!? – Perguntava Nicolau.

- Não sei, mas vamos tentar acordá-lo. – Dizia Will.

Os jovens acordavam James que acordava no susto..

- Ham Ham!? – Dizia James – Mas que porra é essa!? – Dizia ele assustado e ticando nos bolsos.

Os jovens não tinham muito tempo para conversar, pois o prédio parecia tremer novamente, dando sinais de que ia cair, assim ajudavam James a se levantar e corriam ate o elevador de serviço, que estava desativado também, mas por sorte eles encontravam uma escada, que dava ate o próximo andar e de lá eles pegavam a escada principal, e começavam a subir, era possível ver a poeira descendo do teto, deixando a clara impressão que o prédio ia cair com tudo. Chagando ao topo prédio eles viam o espelho no chão de uma área redonda onde, se pousa helicópteros, corriam ate lá e rapidamente, Andy, Marcus, Airya e Michael tocavam no espelho e desapareciam, parecendo que haviam entrado nele.

- Ohh..... – Dizia uma voz..- Então era aqui que estava? – Dizia um homem..

James olhava par ao homem e o reconhecia rapidamente..Will, Nicolau e Loren, olhavam sem entender muita coisa, par ao Homem que olhava para eles com um tom sarcástico.

Nessa hora eles se viam englobados por uma aura azul, que os envolviam... apagando todos.

Todos acordavam um por cima do outro, em um campo, com algumas arvores, olhando para cima e vendo dois homens, reconhecendo os dois de cara, eram Sirhus e Shibuya...

- É, neah... – Dizia Sirhus – Ta na hora de contar, que presepada foi essa que vocês fizeram... – Dizia Sirhus com um tom irônico, porem o rosto de Shibuya era assustador diante dos jovens...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Capitulo III – Um Mergulho no Raso.

Após o homem chamado Shibuya ter se expressado de forma tão bruta, todos ficaram calados perante uma aura estranha que pairava no ar, era como se a voz daquele homem tivesse pesado o ar ali dentro. Depois de algum tempo que ele passou olhando todos que estavam ali presente, nesta hora o homem chamado Sirhus pegava o microfone.
- Bem, existe um pequeno livro embaixo das cadeiras de vocês, que contem todas as regras da instituição com a programação das aulas do primeiro semestre, leiam, é importante. – Nesta hora o homem colocava o microfone no pedestal, mas ainda falava. – Bem, tenham um ótimo resto de dia, pois as aulas de vocês só iram começar amanha. – Terminava ele.

Os jovens pegavam o pequeno livro, com tais informações, alguns folheavam ele, outros guardavam nas bolsas, era possível ver Shibuya e Sirhus indo, neste momento a grande maioria dos alunos levantavam e se dirigiam para fora do local, quando eles vêem um homem com alguns papeis, parando todos e perguntando algo e entregando o papel, quando chegava a vez dos jovens.
- Vocês são do ultimo ônibus correto? – perguntava o homem.
Antes mesmo dos jovens responder, o homem dava um papel amarelo para os novos alunos, que continha as informações...
- Oia! – dizia Nicolau Baelar – O castelo do ensino médio tem nome, é Vandread e é onde nós estamos e também diz que há outros castelos de outros tipos de ensino por aqui, e o nosso vizinho é o castelo de Windmaker, que é o castelo do ensino fundamental, pois eles podem vir para cá pesquisar e tals... – Ele parava um pouco e lia o que tinha escrito e aparentemente estava relendo.. – CARAAAAAAAAAAACA!!! Só Aqui temos dez torres com dormitórios!!! – O jovem estava impressionado – Bem, eu estou na torre cinco, terceiro andar, sala “B” cama e armário quatro... – Terminava o jovem.
- Ah que legal – Comentava James. – Estou no mesmo quarto que você, na cama nove... que presente dos deuses... – Comentava com desanimo.
- Estou na cama e armário sete. – Dizia Will.
- Cama e armário dois. – Completava Loren.
- De onde? – perguntava James curioso.
- Adivinha? – Dizia Will sarcasticamente.
Depois de uns segundos James parecia ter percebido a “piada”.
- Ah não... Puta que pariu heim. – Comentava o loiro.
- Igualmente... – Dizia os outros três.

Os garotos saiam do salão de boas vindas e chegavam ao pátio, rumando para o oeste em direção a torre cinco para arrumar as suas respectivas coisas em seus armários, eles andavam um pouco avistando coisas muito interessantes, pois, o castelo de Vandread era bem interessante, ele era cercado por muros bem altos, e bem no meio existia uma espécie de jardim com varias fontes, todas com algum tipo de anjo encima, uns com espadas e escudos, outros com lanças, a água era limpa e cristalina, vários bandos e arvores no local, por um momento parecia que um pedaço do paraíso tinha descido naquele local, era possível ver alunos por ali também, alguns caminhando rapidamente com seus livros, outros perto da fonte conversando.
Chegavam a torre cinco que seguia o mesmo modelo medieval romântico que as demais construções, eles entravam e viam que era na base das escadas, Nicolau dava graças a deus que era só ate terceiro andar. O quarto era grande, possuía cinco “camas de dois andares” e também do lado oposto das camas existiam armários, eram grandes o suficiente para se colocar roupas e materiais de estudos, com isso os jovens arrumavam suas coisas.
- Hum... – Dizia Nicolau Baelar – Ao que tudo indica estamos na sala “14 – A” do primeiro ano do ensino mediano – O jovem ainda estava com a folhinha em mãos.
- Ta e isso é onde? – Perguntava James.
- Temos que andar um pouco – Pausava - Pois pelo que parece, temos uma aula por dia, então teremos no primeiro semestre somente cinco aulas, que serão apresentadas na sala, a partir de amanha. – O jovem olhava para James.
- Ah ta... – James olhava para o jovem Nicolau com uma certa repulsa – Bem, vou nessa. – Saia do quarto.
- EI!! – gritava Nicolau.
Nicolau, Loren e Will saiam atrás de James, que estava descendo as escadas.
- O que vocês querem? – Perguntava James.
- para onde você vai uai!? – perguntava Will intrigado.
- Explorar o mundo – James fazia ênfase em suas palavras.

Will, Loren e Nicolau ficavam com um ar de duvidas e iam acompanhando James, ate que eles já estavam no lado de fora da torre, vendo o pátio. Eles caminhavam um pouco, já estava bem de tarde perto de anoitecer, o local era bem iluminado, cheio de postes com luzes.
Após caminhar algum tempo, eles viam de longe um prédio de três andares e perto dele estava tudo escuro, Nicolau começava a reclamar de que não era uma boa idéia a deles de ir para lá, mas James sempre replicava com a mesma resposta de fazer por menos a coragem dos garotos, bem do tal prédio, eles se deparavam com uma cena interessante, o prédio não tinha suas luzes acesas, como se estivesse desabitado, nesta hora, quando os jovens estavam na lateral do prédio observando, Will falava surpreso.
- Ue! Vocês viram aquilo? – Perguntava Will.
- Viu o que? – Perguntava James.
- Vi nada não. – Dizia Nicolau tenso.
Nesta hora Will dava um pulo para trás e apontava para algo nas costas de James nervoso.
- AQUILO!!!!! – Apontava ele de maneira quase desesperada.
James virava assustado.
- O Que!? – Dizia ele assustado e curioso.
- Vocês não viram não? A bolinha azul de fogo? – Dizia Will.
- Bolinha de que? – James estava irritado – Foda né, da próxima guardas as bolinhas no... – James era interrompido.
- Calma, calma... já que estávamos aqui, vamos ver como é a entrada do local. – Dizia Loren.
Os outros três jovens olhavam para Loren, com rostos que desaprovavam a idéia do rapaz, porem, quando James bateu a mão no peito e falou que eles iam, os jovens acabaram seguindo, se deparando com o portão de entrada do local, nessa hora James ia ate ele e tentava ver se estava trancado, o que para a surpresa dele, não estava, fazendo o jovem sorrir confiante.
Ele abria a porta devagar deixando uma brecha para que só uma pessoa passasse.
- Iai? Vão ou não vão? – perguntava ele usando de ironia.
- Você primeiro. – Disse Will.
- Ta bom! – Replicava James confiante.

James entrou, logo em seguida os outros três também entraram, se deparando com um hall de entrada curioso, com duas escadas, uma na esquerda e outra na direita para o segundo andar, duas portas também uma na esquerda e outra na direita. No meio da sala havia uma mesa de trabalho com um computador e alguns papeis, os jovens estavam meio que perdidos olhando a sala quando, uma batida soou sobre a sala inteira, a porta da frente no nada bateu, fechando-se.
- Foi só o vento. – Dizia James tentando esconder o medo.
- Ah claro – comentava Will.
James tentava reabrir a porta, e via que estava trancada e com isso começava a suar frio.
- Vento agora tranca portas? – perguntava Will.
- Cala a boca estranho... – Replicava James.

Era possível sentir que o ar estava ficando mais pesado, a sala estava mais fria, isso tudo sem muita explicação.
- Tem alguém aqui. – Comentava Will olhando para os lados.
- Ah claro... – Comentava James.
- É serio, eu sinto. – Falava Will com desprezo no olhar encima de James.
- Vê gente morta também não? – James pergunta sarcasticamente.
- Às vezes. – Responde Will.
- Agora você me assustou. – Completava Nicolau.

Os jovens ficavam olhando para os lados procurando algo, a temperatura estava baixa, o ar estava pesado, eram fenômenos estranhos e começou a piorar quando as luzes do local do nada começaram a piscar, neste momento os jovens podiam avistar uma imagem estranha a sua frente, uma espécie de sombra com um manto negro com olhos vermelhos, nesta hora os jovens pulavam todos para a porta, tentando se afastar o maximo possível, os jovens não sabiam o que fazer, pois estavam paralisados de medo, a criatura a frente deles parecia mais com a morte, nesta hora era possível ver uma nuvem negra circular a sala, cobrindo todas as paredes em sua cor...
- AHHHHHHH EU VO MORRERRR!!! – gritava Nicolau desesperado correndo de um lado para o outro.
- Tem algo que a gente possa fazer – Dizia James, virando e tentando abrir a porta.
A fumaça negra estava quase tocando os rapazes, era possível ouvir James chutar a porta para tentar abri-la, estava desesperado.
- Tem as portas das laterais! – Gritava Loren.
- A fumaça já esta lá! – Replicava Will, sem conseguir falar muito, graças ao medo.
A fumaça estava onde os jovens estavam...
- Fudeu – Falava James.

O manto negro envolve os garotos deixando apenas vias negras, ao que parece tinha engolido os rapazes. Nicolau acordava olhando para os lados e vendo os outros três garotos do seu lado, e tentava os acordar. Acordados os jovens se viam em um local estranho, parecia o teto de algum prédio, o estranho era que tudo era mais cinza que o normal, o ar era pesado.
- Puta que pariu... – Dizia James – Onde nós estamos? – Perguntava.
- Em algum lugar talvez? – Respondia Will.
Os dois jovens trocavam olhares ameaçadores por um tempo. Nessa hora Loren fala:
- A pergunta mais legal seria: como saímos daqui. – Loren olhava para cima e para os lados tentando reconhecer o local.

Os três jovens estavam levantados, se limpavam, e começava a andar pelo o que parecia ser a cobertura de algum prédio antigo, era possível ver uma porta a frente deles, que instintivamente Will abria, e logo após as escadas, ele enxergava uma mulher no canto, nesta hora o jovens se aproxima um pouco.
- Oi senhora! – dizia ele um pouco feliz – Sabe me diz.. – Nesta hora ele parava de falar.. – Puta que... – era interrompido.
Era possível ver Will sendo jogado para trás, com uma mulher encima dele, porem a mulher não estava “normal” ela tinha os olhos vermelhos, sua pele estava cinza e tinha muitas feridas pelo corpo, nesta hora James pulava para perto e chutava a cabeça da mulher, tirando-a de cima de Will, e pulando ele e pisando nela ate se certificar que ela não iria mais levantar, James estava ofegante.
- Meu deus... que porra era isso? – Perguntava aparentemente com medo da resposta.
- Não sei, só sei que gostou do Will. – Falava Loren.
- Ah claro... As mulheres me amam. – Comentava o jovem sarcástico.

Após se ajeitarem, todos vão descendo as escadas com cautela, após descer as escadas eles viam uma cozinha velha e caindo aos pedaços, como se estivessem em um prédio condenado, rapidamente James pegava uma faca, nesta mesma hora Loren pegava uma vassoura.
- Ue, uma vassoura? – Perguntava Will sarcasticamente enquanto pegava uma faca também.
- Sim – Respondia Loren, quebrando a vassoura e fazendo-a ficar com uma ponta.

Nicolau pegava uma faca também e assim os jovens seguiam em frente, atravessando uma sala e chegando em outra escada, ao que parece eles estavam descendo cada vez mais ate chegar no térreo, o prédio estava vazio e eles estavam em uma espécie de rua que dava em alguma avenida, o local aprecia que tinha enfrentado uma grande guerra, estava todo destruído, com várias latas de lixo pegando fogo, tudo era bem acinzentado, ate mesmo o fogo.
Os jovens andavam pelo local, resolveram andar por dentro das ruas mais estreitas do que enfrentar o que estava mais na área aberta, por uma estranha sorte, os jovens encontram os fundos de uma loja, uma loja de armas, nessa hora era possível ver o sorriso do jovem James, que entrava na loja sem pesar duas vezes.
- Ei! – Falava Will baixinho – não vá... – Parava de falar para ver o jovem James terminando de entrar na loja – Ele já foi. – Dizia Will irritado.
- Vamos esperar algum grito. – Dizia Loren.
- Verdade.. – Dizia Nicolau e Will.
Segundos depois aparecia James do lado de fora.
- Vocês vem não!? – Estava irritado.

Os jovens olhavam para uns aos outros e entravam no local. Era uma velha loja de armas com todos os vidros quebrados e armas espalhadas por todo local, nessa hora era possível ver James pegando duas pistolas e arrumando munições em algum lugar, Will pegava uma arma mais pesada, o que parecia ser um calibre .12, nesta hora Nicolau comenta.
- E vocês sabem mexer essas coisas? – Perguntava o jovem.
- Nunca jogou RPG não? É só apertar o gatilho – Respondia Will.
- Boa. – comentava Loren.

Loren jogava uma arma pequena para Nicolau, o que parecia ser uma pequena pistola.
- Pega, é uma Mouse, leve e pratica. – Falava o jovem.
Nessa hora James olhava para Loren com um olhar curioso.
- E você sabe de armas desde quando meu jovem? – perguntava ironicamente.
- Já tive um álbum de figurinhas de armas de fogo. – Respondia Loren.
- Hum, sei. – Comentava James.

Os jovens literalmente se equipavam, para sair pelo mundo, que realmente não parecia ser muito convidativo para eles naquele momento. Saiam pelas portas dos fundos e andavam um pouco quando Nicolau parava para olhar algo, os jovens voltavam para olhar o que era também, viam que tinha um panfleto que dizia que ali próximo existia uma estação de metrô.
- Bem, vamos?. – Perguntava Nicolau.
- Bem, agora fomos promovidos de jovens sem rumo, para jovens com rumo – Comentava James.
Will olhava para James com um olhar de quem estava impressionado com o comentário do jovem loiro.

Seguiam para o metro, mas para isso era necessário passar pela avenida e quando eles achavam lá era possível ver mais daquelas pessoas estranhas vagando pelas ruas, então os rapazes começam a andar cautelosos, quando do nada escutam um barulho de latas batendo e se remexendo, quando observam melhor, viram que James havia esbarrado em uma lata de lixo sem querer, o próprio estava olhando para os outros três com um rosto de que tivessem piedade dele, nessa hora era possível ouvir os urros dos humanos estranhos que estavam ali a volta deles.
- Olha ai, falha critica em um teste de furtividade no que dá. – Comentava Will.
- Ham? – perguntava Nicolau.
- Corram!! – Gritava Loren.

Os jovens começavam a correr desesperados, Loren e James atiravam para trás enquanto corriam, tentando desesperadamente sair do local, quando eles avistam um carro voando por cima deles, parecia estar tudo em câmera lenta nessa hora de tão surpresos que os jovens ficaram.
- Puta que pariu... – Falava Will
Os jovens se deparavam com uma espécie de hominídeo gigante com braços enormes cruzando as ruas e batendo em tudo que ele via pela frente, jogando carros e ate os humanos estranhos para os lados com força..
- Fudeu. – Comentava os quatro, olhando para o gigante antes de dobrar a esquina da entrada do metrô.

Os jovens começavam a correr desesperadamente enquanto ouviam os barulhos das pisadas do ser gigante, eles corriam para frente da entrada do metro, que era no subsolo, deixando alguns deles preocupados com tal posição do metrô. Eles desciam as escadas rolantes que estavam paradas, o local era estreito o homem gigante não podia passar por ali, isso deixava eles bem tranqüilos.
- Ahhh! Nos safamos. – Dizia Nicolau.
- Nem me fa.. – James era interropindo pelos gritos de Nicolau.
- AHhhH!!!!!! – gritava o jovem da mouse.

Quando os jovem olhavam, Nicolau estava com um homem encima dele, tentando morde-lo, nesta hora Loren da um tiro no homem que cai no chão, aparentemente morto.
- ufa!! – Falava Nicolau.
- E ele faz sucesso com os homens. – Comentava Will com ironia.
- Cala a boca. – Dizia Nicolau com raiva.

Os jovens andavam um pouco, percebiam que para chegar a área dos metrôs era obrigatório passar pelo hall de entrada do loca, sendo assim eles desciam mais umas escadaria, encontrando tudo limpo, o que era mais assustador do que encontrar alguma coisa. Se deparavam com um grande hall com uma cabine e algumas borboletas, algumas quebradas outras normais, nesta hora James corria e pulava uma delas.
- Sempre quis fazer isso. – Comentava ele.
Os outros jovens olhavam para ele com desaprovação.
- Que é? Não podia ta? Os guardas não deixavam – Falava ele com manha.

Os jovens ficavam observando a área, quando de dentro da cabine Nicolau, chama os seus companheiros, quando todos chegavam ele mostrava algo interessante, era uma espécie de entrada para algum tipo de chave, com isso os jovens ficaram curiosos, existia o corpo de um homem ali, na cabine, eles vasculharam o corpo e não encontraram nada, era preocupante.

Decidiram seguir em frente, passando as borboletas e chegando ate a área que os metrôs paravam, para a tristeza dos jovens, os metrôs estavam desativados, podendo se ver que alguns estavam caídos no meio dos trilhos, nessa hora faziam um sinal negativo, agradecendo a própria sorte.
- Bem, vamos pelos trilhos neah. – Dizia Nicolau.

Nesta hora era possível ouvir barulhos de pisadas fortes no chão, que faziam ate o teto soltar algumas poeiras.
- Ah não. – Comentava Will.
- Ahhh Sim... – Falava James com uma certa confiança. – Me da tua .12 ai will.
- Para? – Perguntava Will entregando a .12 e recebendo as pistolas de James.
- Assuntos pessoais incabados.. – Dizia James com um certo estilo.
- Vai discutir relacionamento com a namorada? – Comentava Will ironicamente.
- Quase isso – Replicava James.

Nessa hora era possível ver o homem gigante, que tinha uns três metros de altura, chegar no local onde eles estavam, ele tinha vindo pelos trilhos, olhava os jovens de frente e soltava um urro para cima dos jovens. Nesta hora James pedia cobertura, Loren e Will atiravam no homem gigante enquanto andavam para trás para tentar fugir, quando viam James pulando para cima do gigante com a .12 em mãos.
- Ele pirou – Comentava Will.

Nessa hora James, ficava equilibrado nas costas do gigante.
- Mas como? – perguntava Will intrigado.
James ficava equilibrado nas costas do gigante e tentava mirar a .12 na nuca do monstro, quando em uma mexida rústica, o monstro jogava James para longe, que se apoiou no vagão caído ali e pulou por cima do mostro, pisando novamente nas costas dele mirando e finalmente lançando um tiro certeiro na nuca do gigante, que após levar o tiro, botava as mãos nas costas, pegando James pelas pernas, e como estava tonto, batia nas pilastras e saia derrubando tudo pelo meio do caminho, com James nas mãos, caindo no chão morto, jogando o jovem um pouco longe de contra uma parede.
- Olha só o ninja do grupo. – Comentava Will.

Todos iam ate James, para ver como ele estava, vendo que o garoto estava ferido, Nicolau mostrou ter habilidades em primeiro socorros, identificando que a perna esquerda e o braço esquerdo de James estavam quebrados.
- Ui, Só? – Dizia Will
- Você ouviu o tal de Shibuya não ouviu? – Comentava James com a voz de dor – Somos “supers” cara... – completava confiante.

Nicolau dava a mão para o jovem James e Loren o ajudava a andar, os jovens decidiam seguir em frente, encontrando um vagão caído por ali, entrando nele e sentando em um banco para descansar um pouco, quando os jovens ouviam um barulho estranho, pareciam uivos de lobos.
- Ah não, tem mais? – Comentava Will
- Agora nós morremos. – Falava Nicolau.

Na mesma hora, as luzes começam a piscar ali a temperatura começava a cair, nessa hora Will fechava os braços...
- Caralho.. que isso.. – Comentava Will – Parece que algo muito maligno esta se aproximando.
Os jovens olhavam par ao corredor de onde eles mataram o gigante, era perceptível as luzes do teto piscando e estranhamente iam acendendo e apagando em seqüência, como se sinalizasse algo vindo atrás deles e Will ficava apontando para a direção do corredor..
- Qu..qu...quem. e aquela mulher!!!! – Apontava ele com um medo insano saindo de seus olhos e voz.
- Que mulher!? – Perguntava Loren, que não via nada no corredor.
- AQUELAA!!!!! – Will estava descontrolado.

Quando eles estavam vendo que as luzes estavam bem perto deles, um uivo soava no ar, e algo pesado parecia pisar no teto do vagão, arrancando a parte de cima fora, eles viam a forma de um monstro na frente deles, parecia ser um lobo gigante bípede que encarava os jovens...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Capitulo II – Encontro com o Destino

Em algum lugar da cidade, em um bairro de classe media, estava uma porta entre aberta com uma mala encostada e era possível ouvir vozes.

- Não mãe, relaxe isso aqui não deve ser nenhum “fake” não... – Respondia Loren.

- Não... não é isso meu filho é que essas cosias, vir assim do nada? – Dizia a mãe preocupada – É por que tipo, você ganha essas “bolsas mágicas” e é tão estranho... – Ela interrompia rapidamente e continuava - Não! Não é que eu esteja insultando sua inteligência... – Dizia ela com as palmas da mão juntas.

Nessa hora Loren olhava para a mãe com um olhar de curiosidade, com uma das sobrancelhas levantadas.

- Vamos lá, se for qualquer coisa, eu volto. Eu sei me cuidar.. – Dizia o jovem com um ar de quem estava estranhando aquilo – Sinto que você quer me contar algo.

- A bem Loren, essa sua carta com o “A” na frente é tão estranha sabe. – Dizia a mulher mordendo os lábios.

- Te conheço há uns aninhos, desembucha veia. – O jovem estava com a mão na maçaneta.

- É que, você sabe muito bem, que você não é meu filho de verdade – Dizia ela com receio.

- Sim eu sei, você me contou isso na raiva, quando eu tinha 12 anos.. – Dizia ele com um tom irônico.

- É que, você é filho da minha irmã – Dizia ela fechando os olhos. – E quando ela me entregou você estava chovendo e era de noite e ela disse que um dia uma carta com um “A” em um selo vermelho iria chegar para você e nesse dia você deveria ir. – Dizia a mulher rapidamente – pronto falei! – Estava nervosa e ansiosa.

Loren olhava para o rosto da mãe adotiva dele, com um olhar curioso, por um momento ele achou que ela inventou tudo, rapidamente ele virou para trás e antes de fechar a porta ele disse:

- Bem, qualquer coisa se for um trote etc. eu volto. – O jovem fechava a porta nessa hora e ia andando em direção a parada que o tal ônibus da Avalon deveria parar.

Em outro lado da cidade, em um bairro de classe alta, era possível ver uma mansão, com um quintal verde, fontes jorrando água, portões de grade. Dentro da mansão era possível ver uma sala enorme com escadas para o segundo andar, na sala tinha um jovem de longos cabelos loiros olhando para um homem de terno com quase dois metros de altura.

- hum.... – O jovem olhava para o homem de terno – Eu não quero ir. – Dizia o jovem com a voz de rebelde.

Nesta hora o homem de terno entregava uma folha branca para o jovem, ele pegava e lia, estava escrito: “Você vai” nessa hora o jovem olhava para o homem e fazia um sinal negativo e desesperado com a cabeça, na mesma hora o homem fazia um gesto com as mãos que dizia “vire” assim o garoto virava a carta e lia, estava escrito: “Ah você vai sim” ele olhava para o homem com cara de choro...

- Não vou não - Dizia o jovem com rosto de manha.

Nessa hora o homem refaz o sinal para que o garoto vira-se a folha, e estava lá escrito: “Você vai” o jovem olhava para o homem com um rosto de choro e manha, e o homem olhava serio e impenetrável para o jovem ,esta hora o jovem respirava fundo e jogava o ar todo para baixo e voltava com seu rosto normal.

- Puta que pariu.... nem isso adianta, você tem coração não? – Dizia o jovem para o homem com revolta em sua voz, o jovem pegava suas malas e saia apressado em direção ao portão da mansão, nessa hora o homem fica na no caminho dele e lhe entregava outra folha, que dizia: “Seus pais que pediram” nessa hora o jovem olhando torto para o homem e pegava a folha e jogava para trás.

- então os mande vir falar na minha cara. – Dizia o jovem com revolta na voz e batendo os portões da mansão ao sair.

Em outro lugar longe dali existia um pequeno prédio de quatro andares onde vários estudantes moravam em pequenos quartos, geralmente estudantes que viviam só, pois eram de outras cidades e tinham que se virar sozinhos, em um desses quartos era possível ver um jovem em um notebook, um jovem baixo de óculos...

- Ahh.... ohh... que isso? Ham? – Dizia o jovem, falando sozinho enquanto mexia em seu computador de mesa. – Nossa essa tal vê Avalon tem um conceito bastante interessante, em ensino universitário ela se equipara a Harvard e eles são de ensino integral ou seja, vou morar lá, por isso as malas. – Comentava o jovem surpreso, enquanto navegava por um site de internet, aparentemente ele estava pesquisando sobre tal lugar mencionado pela carta.

O jovem fechava seu computador com um rosto confiante e alegre, e assim pegava suas coisas, e olhava para seu quartinho no prédio...

Em outro quarto era possível ver um jovem alto de cabelo estranho e cara de aloprado sentado numa cama com o lençol rasgado, com uma mala do lado e rosto pensativo..

- Vou ou não vou? Parece que vai ser interessante por lá – Dizia ele levantando e segurando a mala... e novamente sentava – Vou ou não vou?

Com isso o jovem ficava sentado na cama, e levantava e sentava novamente, repetindo o processo algumas vezes, ate que o pé esquerdo de trás da cama cai, fazendo a cama deixar para o lado do pé caído... e o jovem que estava sentado, parado e olhando para os lados, depois do susto da queda, ele levantava e olhava para a cama com a mala nas mãos.

- Já entendi a mensagem – Dizia ele para a própria cama.

O jovem sai do seu quarto e via um jovem baixinho de óculos saindo também.

- O meu deus, você mora aqui também? – perguntava ele para o jovem baixinho. – Não deve ter dado tempo para ver isso, pois ainda estamos no começo do ano. – comentava ele.

- Eita! – Dizia o jovem baixinho assustado. – Que surpresa encontrar você aqui, ta indo para a tal de Avalon também? – perguntava o jovem para o rapaz alto.

- É o que parece... Nicolau certo? – perguntava o jovem...

- Não, não, meus amigos me chamam de Baelar... – Replicava o jovem baixinho de óculos.

- ba, ba, ba o que? – Perguntava o jovem.

- Baelar! Significa “guardião dos homens” em élfico – Dizia o jovem com um tom de orgulho.

- Ah ta, meus amigos me chamam de Will mesmo. – Comentava ironicamente.

Os dois jovens saiam em direção a parada do tal ônibus da Avalon, assim avistando o jovem Loren de um lado e o jovem James do outro, aparentemente esperando o ônibus, os jovens acenavam entre si e não trocavam palavras, e esperavam o tal veiculo, quando algum tempo depois, um ônibus amarelo chegava e parava ali, e um homem com roupas engraçadas saia e olhava para os jovens.

- MAAAAA HOOIIIII – Gritava o homem com uma voz engraçada – Mai, Mai, Mai são vocês os garotos premiados da parada 151666mole6dura6saiurasgâââândo!! Correto? – Dizia o homem olhando para eles de perto com um olho mais próximo que o outro.

Nessa hora o jovem Nicolau, vulgo Baelar, olhava para o homem dando passos para trás...

- Ehh... oi? – Dizia o jovem desconfiado.

- OI!? OI é Breque de Boi! E tua cabeça ta cheia de píoi! – Dizia o homem pegando as malas dos garotos.

- Eiii! Isso é meu, sua aberração! – Gritava James

O homem que pegava as malas, olhava para James que tentava pegar a mala de volta, olhava-o de forma desconfiada, nessa hora o homem grita.

- SOLTE MINHA MALA!!! – Gritava ele histérico, puxando a mala de James.

Nessa hora James ficava paralisado sem saber o que fazer, e o homem olhou para Will que já ia entregando a mala com um olhar desconfiado e após pegar todas as malas e literalmente jogar encima do ônibus, que curiosamente as malas pareciam sumir quando encostavam no teto do ônibus, ele se curvava...

- Vamos, entrem princesas.. – Dizia ele, olhando fixamente para o jovem James.

Os jovens ficavam meio desconfiados, eles viam as pessoas dentro do ônibus, era bem curioso, as pessoas sentavam um pouco separadas, era possível ver um jovem com um violão no meio, um casal de cabelos vermelhos na ponta, e outros jovens espalhados pelas cadeiras e assim os jovens se separavam, Loren ficava na frente, o Jovem Nicolau Baelar, ficava no meio junto com Will e James ia até a uma cadeira de trás sentando entre o casal de pessoas de cabelos vermelhos, pois a cor ruiva é meio alaranjada, eles tem o cabelo vermelho fogo, e ele não tinha percebido, mas havia uma jovem toda de preto brincando com algumas linhas na outra ponta, o jovem James olhava a jovem e se ajeitava e olhava para ela brincar com as linhas...

- E ai moçinha? Indo para Avalon também? – Dizia ele com o tom de voz refinado.

- Sim, seu mordomo não pediu para você ficar calado? – Dizia a garota olhando fixamente para o jovem James.

Nessa hora James engolia seco e olhava para a garota e dava um pulo para o lado e se afastava, sentando assim uma cadeira a frente dos ruivos e seguia viagem em silencio.

A viagem estava durando bastante tempo, estava de noite, eles assim estavam ainda numa estrada, quando menos esperavam, todos que estavam adormecidos, acordavam com barulhos e balançadas fortes no ônibus, então todos os garotos ficavam assustados e alertas, menos o casal de cabelo vermelho e a jovem que brincava com o cordão, que aparentemente não haviam dormido, eles percebiam que estavam no meio de uma floresta e o ônibus estava correndo em alta velocidade no meio da floresta, então tentando se equilibrar o jovem James perguntava ao homem das malas.

- O que porra está acontecendo!? – Berrava James...

Nessa hora o homem das malas olhava para James e pegava um fone, e o som do que ele falava aparecia somente em uma caixa de som que estava do lado de James.

- TIM DOMM!!!! – Gritava o homem – Estamos passando por uma leve turbulência em nosso vôo, pedimos que todos os PASSAGEIROS, principalmente os LOIROS, sentem suas respectivas BUNDAS nas cadeiras e aproveitem à turbulência, e não se preocupe a media de queda é de um para cinco e semana passada já caiu um.. – Dizia ele com um sorriso no rosto..

O jovem James voava para o acento do outro lado, com as pernas pro ar, quando do nada o ônibus parava, jogando o rapaz para frente junto com todos os outros alunos...

- Odeio essas paradas bruscas – Comentava o Homem de cabelos vermelhos e espetados, quando levantava de mãos dadas com a jovem de cabelos vermelhos.

- Jura? – Comentava Will antes de sair.

- TIM DOM!!! – gritava o homem das malas – Bem, esse momento lembra meu grande professor de assistência de viagem – Todos paravam para olhar o homem das malas falar, parecendo que estava emocionalmente abalado. – Quando ele disse isso pela primeira vez na minha frente, soou tão lindo - Dizia ele com os olhos brilhando, cheios de lagrima. – Foi mais ou menos assim.... – dizia ele respirando fundo. – CHEGAAAAAMO NEGAAAADAA!!!!!!! – Nessa hora o som deu uma falha e todos os garotos colocavam os dedos no ouvido.

Os jovens saiam do ônibus correndo para tentar escapar daquele som maldito que estava ecoando por todos os lados do ônibus, quando todos saíram, eles viram algo que realmente assustou a maioria, uma grande e larga ponte que no final dela, existia a entrada de um castelo gigante com muros tão largos que não era possível ver o final de onde eles estavam...

- Isso que eu chamo de construção civil – Comenta Will

Nessa hora os jovens voltavam para pegar suas malas, e perguntava ao homem sobre as bagagens...

- EU QUERIA A MALA! A MALA como ninguém... MAS como poderei A MALA se a MALA.. ficou no trem? – Dizia ele com lagrimas nos olhos...

Então James passava a frente e dizia.

- A mala, dramático... – dizia ele com uma revolta na voz...

- Você quer a mala? – dizia o homem com olhos de mistério – Venha cá, fique aqui... – O homem posicionava o jovem James de frente a lateral do ônibus, e assim ele puxava uma manivela e todas as malas caiam por cima de James, deixando ele sufocado, Todos iam pegando suas coisas ate que James estava no chão com a mala dele. Nesta hora o jovem Nicolau Baelar falava com ele.

- Vamos James, vamos acabar nos atrasando. – comentava o jovem, seguindo os outros alunos.

Os alunos atravessam a gigantesca ponte, encontrando um homem de terno que dizia que iria guiá-los para o salão de boas vindas, os jovens andam bastante, passando por vários campos com fontes em forma de anjos, e algumas pequenas pracinhas onde era possível ver alguns jovens sentados e assim eles iam andando ate um prédio de porte médio, claro se comparar com os outros edifícios dali, todos entalhados com arte medieval. Os jovens entraram e o homem indica uma porta, que dava em um grande palco, parecido com palco de teatro, lá já haviam outras pessoas, que estavam separados em grupos, do lado esquerdo um local só com meninas, outro só com meninos e um pouco mais pro meio um grupo de pessoas de sexos misturados, então os jovens decidem sentar um pouco mais na frente e se aglomerar também, os jovens ficavam sentados olhando o palco a frente deles, quando depois de alguns minutos as luzes acendiam, e um homem de terno e cabelos negros ate o queixo entrava e pegava o microfone, junto com ele vinha, um rapaz com roupas sociais, bem justas, era magro e tinha olhos orientais e um cabelo com uma frente ate acima da sobrancelha, o homem de cabelos até o queixo pega o microfone e falava com os jovens, a voz dele era calma e tinha um certo tom natural de sarcasmo.

- Bem, Bem vindos primeiramente, tenham um bom proveito de nossas aulas, bem como a grande maioria aqui já sabe, a Avalon não é um local de ensino muito comum, aqui vocês vão começar no primeiro ano do ensino médio, lembrando que aqui nós temos quatro anos para ensino fundamental que inicia aos treze anos e termina aos dezessete, três anos para o ensino médio, de dezessete aos vinte e mais quatro anos para quem quiser fazer o ensino universitário de especialização... – ele parava de falar um pouco e olhava para o jovem ao seu lado de roupas sociais pretas – Bem, eu sou o professor de vocês, me chamo Sirhus D’black, professor de história e Seres sobrenaturais menores e Coordenador dos cursos... – Nessa hora alguns alunos ficavam falando sobre aquilo, como se estivessem surpresos, incluindo o jovem Nicolau Baelar, Will, Loren e James. Nesta hora o jovem Sirhus voltava a falar.. – Bem, deve ter sido um choque para algum de vocês, porém.... – Sirhus era interrompido pelo jovem que estava ao lado dele que pegava o microfone após conversar com ele baixinho.

Nesta hora o jovem oriental falava.

- Bem, eu sou Shibuya Futher, Diretor da área de ensino médio e venho lhes dizer que Avalon é uma escola que visa treinar os seus alunos apara enfrentar todos os perigos do mundo, todos mesmo, desde coisas naturais a coisas sobrenaturais, e todos vocês estão aqui, por que foram escolhidos, isso significa que não é qualquer bosta que entra aqui, devo confessar que as vezes escapa um ou dois... – era possível ver Sirhus contendo um sorriso – Mas bem, garanto que todos vocês já fizeram algo que não podiam explicar, soltar fogos pelas mãos? Correr mais rápido? Levantar algo muito pesado? Qualquer coisa... ler um livro mais rápido que qualquer um... com certeza todos vocês fizeram algo e por este algo, que vocês estão aqui – Ele parava um pouco de falar e olhava para os jovens com seus olhos que mostraram um homem extremamente serio e assustador – Bem, então sejam pessoas de fibra pelo menos uma vez na vida de vocês e vão para suas aulas e sejam ótimos alunos, por que agora, vocês estão em Avalon. – O silencio pairava no ar naquele momento....

terça-feira, 5 de maio de 2009

Capitulo I – Uma Festa Surpresa.

Era um amanha de céu limpo, por isso o sol estava diretamente direcionado a uma janela de um apartamento de um bairro de classe média local, era possível ver um lençol se remexendo, incomodado com o sol em sua frente, neste momento um relógio de corda desperta em um som extremamente irritante, com isso uma mão bate no relógio, fazendo-o cair no chão e com isso parando de tocar, um jovem caucasiano de cabelos ondulados de cor negra na altura da bochecha acordava, com um rosto de quem estava com a coragem personificada pro próprio bicho preguiça, seus olhos castanhos escuros com sinal de extremo cansaço, estavam querendo fechar e assim cair no mundo dos sonhos novamente, talvez um mundo que ele gostasse mais do que o próprio mundo que o jovem vivia, levantava-se, trajava apenas uma calça, tinha um físico ate bem estruturado para sua idade, mais ou menos uns 16 a 17 anos, e seus cabelos presos chegavam ao meio das costas, pegava seus óculos de modelo retangular e até discreto, no criado-mudo e colocava no rosto.

Então a voz de sono do garoto ressoava com o tom de preguiça.

- Não consigo lembrar o que eu estava sonhando hoje, tomara que não seja sobre porcos espinhos mutantes com katanas querendo me matar – dizia o garoto olhando para o espelho do móvel a sua frente, assim rumando para o banheiro.

Escovava os dentes ainda querendo acreditar que estava acordado, pois sua mente deveria estar fazendo uma espécie de processo de ligação direta para pegar no tranco, quando o silencio dos pensamentos do jovem era atordoado por uma batida de porta, bem forte, com uma voz feminina soando alto e em tom de ordem.

- Levanta!!! Você vai se atrasar moleeeeeeeque!!!

Os olhos do jovem estavam fechados com força, visível era a sensação de incomodo que era transmitida dele.

- Todo dia é essa mesma maldita batida, com essa maldita voz me mandando acordar e blá blá blá... Será que eu não posso acordar em paz? – Dizia ele profundamente irritado.

O jovem trocava de roupa, colocando a farda de seu colégio, e saia do quarto descia as escadas e olhava para a mesa de café da manha, então ele via uma mulher de uns 40 anos olhando para ele, e então ela falava.

- Vamos lá meu filho!! Você já esta nessa escola por uma bolsa, que nem eu sei como você conseguiu, não estou dizendo que você é burro nem nada, mas tipo, alguém como você... – Nesta hora era possível ouvir a voz do jovem falar as mesmas palavras da sua mãe, ao mesmo tempo – Que não tem base nenhuma conseguir tal coisa, você deve dar importância!!! Ei! Não me imite assim! – Dizia ela em uma voz de irritada.

Nesta hora o jovem sentava a mesa e pegava o prato, enfiando um pão na boca e falando de boca cheia.

- Todo santo dia é a mesma coisa, mãe como você não quer que eu decore? São 5:00 da manha, minha aula é de 7:00, eu sempre chego de 6:30, ta ótimo para você não? – Dizia ele com uma voz irônica.

A mãe do rapaz jogava o pano de prato no ombro e colocava as mãos na cintura.

- Você é o escambau! É senhora, para você, moleque! Me respeite seu filho de uma... – Dizia ela irritada e sendo interrompida pelo jovem se levantando com um pão na boca.

- Bem, bem! To indo! To “atrasado” – Dizia ele, em tom irônico, chegando à porta, e quando ia fechava ele falava – Quem quer respeito! Deve dar respeito primeiro!! – Dizia ele, fechando a porta e indo embora.

O jovem andava pelas ruas de sua cidade e olhando os carros passarem, enquanto ia para a parada de seu ônibus, olhando as pessoas passando e passando ele ficava perdido em seus pensamentos, quando seu ônibus quase que passa direto, mas dando tempo para ele pega-lo, pois outras pessoas pediram parada, ele via um jovem de longos cabelos loiros, um baixinho de óculos e outro rapaz algo com um cabelo engraçado e cara que aloprado, todos eles com a farda de seu colégio, junto de outras duas pessoas também de lá, então ele pagava sua passagem e colocava dois fones de ouvido, e assim seguia sua viagem olhando as pessoas que passavam nas ruas pela janela.

O jovem descia do ônibus e andava uns metros ate virar uma esquina, e assim ele via uma boa quantidade de pessoas de frente ao portão da escola observando algo, era realmente estranho e assim ele seguia em frente e ia olhar o que era, quando chegava mais perto, ele percebeu que o portão estava fechado, o que era estranho, e todos os alunos do lado de fora, mesmo sendo 6:20, não era normal os portões estarem fechados, então ele pensou em perguntar a alguém sobre o acontecimento, quando ele vê um jovem de longos cabelos loiros subindo o muro do colégio, o mesmo jovem que subiu no ônibus com ele, assim ele ficava observando o jovem loiro subir e quando o jovem sobe, era perceptível um rosto assustado do jovem, e ele descia logo.

- Caaaaaaaaraaaa!! – Dizia ele com uma voz de assustado e surpreso – O colégio ta todo escuro, parece ate que colocaram papel fu... fu... – Dizia ele com um dedo no queixo.

- Fumê? – Dizia um jovem baixinho de óculos

- É isso ai! – O jovem loiro apontava para o baixinho – Maldito nerd!! – o jovem loiro dava um cascudo no jovem baixo.

Os alunos ficavam conversando sobre possibilidades sobre o fato do colégio esta fechado, e quando às 7:00hrs marcavam nos relógios dos alunos, os portões eram abertos do nada, deixando muitos com ar de curiosidade, no pátio era possível ver alguns homens de terno em pé um do lado do outro, olhando para os alunos.

- Muito bem!! Venham, entrem... – Dizia o homem com uma voz estranha de locutor de rádio – Venham! A escola de vocês foi selecionada uma prova surpresa de verificação de ensino neste dia, espera que todos gostem. – Dizia o homem com um estranho tom de ironia.

Todos os alunos entraram na escola, que era uma grande construção retangular, que no meio havia uma quadra poliesportiva e ao redor as salas de aula, os alunos se dirigiam as suas respectivas salas para esperar seus professores chegarem, quando eles chegaram às salas viam que as cadeiras tinham folhas encima delas, todos sentavam que esperavam algum professor aparecer, depois de meia hora de espera um dos alunos virava a prova, então uma garota fazia confusão por que não era permitido virar as provas antes que alguém se manda, mas nesta hora, outros alunos também viravam as folhas, depois de cinco minutos um aluno dizia que era impossível fazer a prova, por que ela estava toda em outro idioma, outro aluno dizia que a prova dele era toda em braile, outro dizia que a dele só tinha números e todos os alunos viram que suas provas eram meio que impossíveis de se fazer, com isso eles ficavam todos eufóricos e estranhando toda aquela situação quando um dos alunos, uma jovem, a representante da sala, decidida em ir à sala do diretor falar sobre tal evento, ela abria a porta da sala e saindo e fechando-a novamente, e neste momento todos conseguiam ouvir o grito, abafado pela porta fechada, da jovem ecoando pela sala, deixando todos em um estado de alerta, duvida e medo. Um dos alunos abria a porta e olhava para o corredor, e voltava dizendo que não via nada e estava tudo escuro, então os alunos ficavam agitados ali dentro, um tempo depois todos decidem descer juntos para o hall de entrada, e assim todos foram e encontraram no lugar da porta de saída do prédio uma parede, fazendo alguns alunos ficar desesperados e outros até saíram para os outros corredores, quando as vozes de conversas entre os alunos eram abafadas por um barulho de concreto tremendo, e quando eles viram, a parede caia sobre os olhos deles, fazendo todos ficarem parados olhando a cena por uns segundos antes de começar uma correria insana para os corredores, sobrando apenas ali, quatro jovens... O garoto de cabelos negros longos e presos com franja curta e óculos retangulares, o rapaz de cabelos longos e loiros que possuía olhos azuis, branco e de tipo físico mediano, o jovem baixinho de óculos com um livro na mão e um jovem alto, com cara de aloprado e um cabelo estranho com um lápis na orelha.

- Cara... Não sei qual o pior, ficar do lado de vocês ou ter vindo pro colégio hoje... – Comentava o jovem de cabelos loiros – Eu sou o James...

Os outros três jovens olhavam para o jovem James com um olhar de curiosidade.

- Me chamo Nicolau – Dizia o jovem baixinho de óculos

- Eu sou o Will – Dizia o maluco aloprado de cabelo esquisito.

- Loren – Dizia por ultimo com uma voz de desanimo, o jovem de óculos e cabelos negros e longos.

O jovem loiro olhava pros lados e via mais ninguém e ficava olhando para os outros três rapazes, e perguntava se eles tinham alguma idéia do que fazer, neste momento o jovem Nicolau dizia que era melhor ir para a sala do diretor e assim ver o que estava acontecendo ali, e assim todos concordaram com a idéia e assim eles começaram a andar para a sala do diretor que ficava no primeiro andar. Os jovens estavam indo para a escada para chegar ao primeiro andar, quando ouviram um grito feminino vir do primeiro andar, fazendo todos os três olharem para as escadas com um pouco de receio, mas eles subiram, quando chegavam ao primeiro andar, o jovem loiro girava para trás do nada e ficava olhando desconfiado para trás.

- Vocês ouviram isso!? – Dizia ele com tom de desconfiado.

- Isso o que? – Perguntava Loren.

- Esse som... – Dizia James com um tom de medo em suas palavras – EPA!!! – Dizia ele assustado e virando para trás.

Nesta hora ele pega o jovem Nicolau pela blusa e suspendia ele..

- Foi você não foi NERD!!??? – James estava com raiva em seu olhar.

- Foi o que!! – O jovem Nicolau estava com os olhos esbugalhados de medo.

- Que me tocou no ombro agora! – James estava confuso.

Nesta hora Loren baixava a mão de James, olhando fixamente para o jovem.

- Ele não fez nada, eu estava do lado dele. – Dizia Loren...

Então, interrompendo os jovens a voz de Will tremula era escutada por todos.

- Se eu dissesse que o corredor esta pegando fogo e o fogo esta vindo para cima da gente? – Dizia Will com uma voz tremula e de medo. – Galera? Cadê vo... – Will avistava todos os três jovens correndo para o lado oposto – Malditos... – Dizia ele correndo em direção dos jovens.

Os jovens corriam desesperados pelos corredores, mas só viam caminho reto à frente deles, era como se magicamente todas os corredores e salas tivessem desaparecido do local, os fazendo correrem o mais rápido que podiam.

- MAS QUE POURRA È ESSA!!?? – Gritava James desesperado.

- Fala não!! CORRE!! – Gritava o jovem Nicolau com os olhos esbulhados de medo e correndo de uma forma ate sobrenatural para seu tamanho, era o medo.

Quando todos estavam correndo, eles avistavam uma parede a frente deles, e assim eles viam que estavam sem saída, batendo assim na parede, e desesperados tentavam encontrar uma forma de escapar, quando o jovem Will percebia que o fogo havia desaparecido de trás deles, ele ficava mais aliviado.

- Mas que merda é essa meu!? – perguntava Will, enquanto colocava seu pulmão para fora de tanto cansaço.

- Não sei.. – Dizia Loren.

James do nada virava para os outros garotos com o dedo indicador direito para cima.

- Espelhos e linhas! – Dizia o jovem entre respiradas.

- Espelhos e linhas? – perguntava Nicolau, com tom de surpresa – desculpe senhor James, mas é tecnicamente impossível espelhos e linhas fazerem isso... – Dizia ele com segurança em suas palavras.

James segurava o jovem Nicolau pela camisa novamente, e chegava bem perto dele, com os olhos mostrando insanidade...

- Es-pe-lhos e li-nhas! – Dizia James...

- Ih rapá! O loirinho pop endoido o cabeção.. – Comentava Will enquanto Loren tirava a mão de James do jovem Nicolau.

- Bem, vamos encontrar uma saída daqui logo.. – Comentava Loren.

- Tipo essa? – Dizia Will apontando para a escada a esquerda deles...

- Isso não faz sentido, não tinha escada ai... – Replicava Loren com um tom de curiosidade.

- E desde quando algo faz sentido por aqui? – Respondia Will em seguida com um tom irônico e cômico.

Os jovens garotos desciam as escadas, aparentemente tinham desistindo de procurar a sala do diretor, assim eles só pensavam em se mandar daquele local. Eles chegavam a térreo novamente, em outra ala do colégio, então Nicolau informava a eles que eles estavam perto da cantina e da secretaria, então os jovens decidiram ir ate a secretaria. Após correrem por alguns corredores escuros, porem calmos, eles chegavam à frente da secretaria, onde neste corredor, havia um sofá de três espaços, a secretaria com a porta fechada, com uma janela de vidro fechada, um lixeiro e a continuação do corredor, nesta hora os jovens paravam na frente da sala, e então um som ecoou pelo correr, um miado de gato, congelando os jovens por segundos, e então um gato preto saia de dentro do lixeiro, nessa hora James dava um pulo de medo e em seguida chutava o lixeiro para longe.

- VAI ASSUSTAR A MÃE!! – Gritava o jovem histérico após chutar o lixeiro. – É um corno um gato que faz uma coisa dessas!!! – Completava.

Os outros jovens ficam olhando a atitude do jovem loiro, que aparentemente era o mais assustado do grupo.

Os jovens tentavam abrir a porta da secretaria, porem, sem sucesso, pois estava trancada por dentro, nesta hora Loren apontava para o local onde estava o lixeiro.

- Você não tinha chutado o lixeiro James? – Perguntava ele com o dedo tremulo.

Quando todos colocavam os olhos no local onde Loren apontava, eles percebiam que o lixeiro estava ali, então todos ficaram parados olhando para o lixeiro, então outro miado era ouvido e novamente o gato preto saia do lixeiro, fazendo James pular.

- Déjà vu? – Dizia Will com uma das sobrancelhas levantadas.

- Vai chutar o lixeiro mais não James? – Comentava Nicolau.

- Cala a boca nerd. – Replicava James.

Então nessa hora, ouvia-se a voz de Loren tremula.

- Galera né por nada não, mas o que é aquilo dentro da secretaria? – Perguntava o jovem tremulo e olhando fixamente para dentro da secretaria através da janela.

Então os jovens olhavam para a secretaria e assim, todos ficavam trêmulos e de olhos esbugalhados, olhando fixamente a secretaria e vendo uma imagem curiosa e assustadora, uma jovem com manto negro, olhos brancos e cabelos compridos e negros, totalmente embaraçados e cobrindo parte do rosto...

- Ih! Olha sâmara aê... – Comentava ironicamente Will com a voz tremula.

- Quem? – Perguntava James sem entender a piada.

- Esquece... – Replicava Will

Nesta hora o vidro quebrava e a luz que estava apagada começava a piscar e a jovem subitamente, sumia diante dos outros dos rapazes, reaparecendo do corredor a trás deles, fazendo todos olharem para ela.

- O que a gente faz agora galera? – Perguntava Nicolau trêmulo.

Quando o jovem olhava de lado, ele percebia que os três jovens já estavam correndo para o lado oposto da jovem assustadora, nesta hora Nicolau soltava alguns xingamentos e saia correndo para acompanhá-los, eles corriam bastante ate pararem bastante depois dali, e apoiavam-se nos joelhos para descansar um pouco.

Então a voz de James era escutada de forma insana e repetitiva.

- Espelhos e linhas, Espelhos e linhas, Espelhos e linhas, Espelhos e linhas... – Ele ficava repetindo essa frase, enquanto respirava cansado.

- Ele surto. – Comentava Will.

Os outros dois jovens confirmavam com a cabeça e nesta mesma hora Nicolau reclamava de fome, então Loren dizia que eles estavam perto da cantina, Loren olhava para seu relógio de pulso, e via que já era 9:20hrs, informava a todos e eles decidiram ir ate a cantina para ver se arrumavam algo para comer, pois Will reclamava que tinha saído de casa sem tomar café da manha. Após alguns minutos caminhando pelos corredores, eles encontravam a cantina vazia e escura, nessa hora Nicolau recusava-se a entrar nesta hora o jovem era chutado, por James para dentro da cantina, sendo o primeiro a entrar nela.

- "Nera" tu, Nerd, que tava com fome!!! – Falava em alto tom, o jovem James.

Nessa hora o jovem Nicolau olhava para os dois lados, com o medo escrito em seus olhos e via que tava tudo normal, nesta Hora Loren e Will entravam no loca, seguido por James.

- Bem tem ninguém, alem de nós claro. – Comentava Loren.

- Bem, já que não tem ninguém eu vou é comer de graça! – Replicava James enquanto o jovem pulava o balcão e abria o refrigerador, pegando um refrigerante e pegando um pastel na mesa.

- De onde ele puxou toda essa coragem? – Comentava Will.

- Da barriga. – Completava Loren.

Os jovens ficavam ali fazendo seu lanche, quando as luzes do local que estavam desligadas, ficavam falhando, ligando e desligando, então os jovens olhavam para cima com o lanche em mãos... No olhar dos jovens era claro que todos estavam orando para que não fosse o que eles estavam pensando, porem quando eles menos esperavam uma cadeira voava direção deles, nesta hora Loren e James saiam por lados opostos, se jogando no chão e rolando ficando apoiado com um dos joelhos no chão e olhando para saída da cantina, Will e Nicolau abaixavam se e assim conseguiram se proteger, nesta hora os jovens olhavam para a área que tinha as mesas, e viam nada de anormal, então as luzes começavam a piscar novamente e as cadeiras começavam a tremer.

- Vamos cair fora daqui! - Gritava Loren.

Nesta hora, Loren e James corriam entre as cadeiras, que tremiam sem parar, seguidos dos outros dois jovens, e quando eles iam sair, Will parava e olhava para a cantina.

- É Isso ai movei! Vou sair sem pagar mesmo, me processe! – Dizia ele com um tom irônico e cômico direcionado a cantina e nessa hora ele tirava a cabeça da direção da cantina e era possível ver uma cadeira viando em direção à parede e quebrando ao encontrá-la.

- Vixe... Melhor eu me mandar antes que acabe pagando o olho da cara, literalmente. – Completava Will, começando a correr em direção aos outros jovens.

Os jovens corriam sem saber muito para onde estavam indo, quando eles paravam para descansar um pouco, nessa hora com todos apoiados nos joelhos, Nicolau reclamava que eles só faziam correr e correr, assim todos olhavam para o jovem, e um barulho de tremedeira ecoava no ar, todos perceberam o som estranho e quando eles viravam os olhos para trás, eles viam uma grande bola de pedra gigante rolando em direção a eles.

- Puta.... Correr de novo não... – Comentava James já com voz de desmotivado e quando ele via os outros três jovens estavam correndo com Nicolau na frente de todos.

- hahahaha!!! Não serei o ultimo a correr dessa vez não. – Dizia Nicolau orgulhoso a si mesmo, enquanto corria.

Os jovens corriam desesperadamente da grande bola gigante e então se deparavam com uma parede a frente deles, quando todos toparam na parede ela, girava de lado e jogava os jovens em outro local, quando eles olharam ao seu redor, viram que estava na quadra da escola, e percebia que a grande maioria dos alunos estava ali, uns no chão e outros em pé conversando, uma grande maioria sujos e descabelados. Os jovens ficavam se perguntando o que diabos estava acontecendo e então iam se aproximando, perceberam um palco em dos lados da quadra e quando eles se levantavam e chegavam mais próximos o palco abria suas cortinas, e estava lá o homem que eles tinham encontrado na frente do colégio.

- Bom dia alunos! – Falava o Homem em um microfone – Bom, acredito que uns tenham se divertido bastante, e outros nem tanto – Dizia o homem com uma voz sarcástica. – Bem, estou aqui para informar que isso tudo foi apenas uma previa! – Falava ele com tom de mistério.

Nesta hora todos os alunos ficavam conversando sobre aquilo e se perguntando o que era tudo aquilo.

- Bem, acalmem-se... O que aconteceu aqui hoje, é que a escola de vocês foi premiada para ser alvo de uma propaganda especial de um parque temático que acabou de chegar à cidade – Nesta hora alguns alunos começam a comentar sobre tal parque, pois realmente alguns ouviram falar sobre tal coisa. – Bem, venho informar que toda a diversão sofrida aqui hoje, não é nada comparada ao que o nosso parque possui, e ele estará em uma temporada de quinze dias, e de três em três dias, a casa de horrores, que foi o evento que vocês tiveram o prazer de participar, terá sua temática mudada, ou seja, cinco temáticas especiais com novos desafios serão posta para vocês dentro do parque, e todos os alunos que estão aqui estão convidados a participar de tal evento, pois garanto que muitos aqui estão com gostinho de “quero mais” – Nesta hora os alunos ficavam intrigados e animar.

- Eu disse! Espelhos e linhas! – James comentava.

- Ah claro.. – replicava Will com cruzando os braços e dando pouca atenção ao jovem loiro.

Nesta hora, James saia da companhia dos outros jovens e ia à direção ao um grupo de alunos sorridente e se gabando de coisas das quais ele não fez, fazendo o jovem Will ficar estranhamente incomodado com a situação.

- Mas é um C.. – Will era interrompido por Loren falando.

- Deixe-o para lá, vamos embora... – Interrompia Loren.

Nesta hora os três jovem se dirigiam para fora dali, ficando mais afastados, Loren foi para um lado mais isolado, os jovens Will e Nicolau cada um foi para grupos de amizades diferentes. Algum tempo depois dos portões da quadra foram abertos e os alunos foram dirigidos a suas salas, nesta hora, Loren estava indo para sua sala, quando recebia um recado, que o diretor o chamava na sala dele, então o jovem se dirigia a sala do diretor. Ao chegar ele via que James, Nicolau e Will também estavam presentes na sala, então o jovem Loren logo pensou que eles poderiam ter feito alguma coisa errada, então ficou preocupado, pois se ele perdesse aquela bolsa, seria motivo de reclamações da família dele pelo resto da vida. Nesta hora o diretor falou.

- Bem garotos, vocês quatro foram escolhidos para uma bolsa integral dentro de um colégio especial – Comentava o diretor.

- Diretor, - Interrompia Nicolau – ta bom eu ser escolhido, tenho ótimas notas, mas tipo, o jovem loiro aqui, o James só tira quatro para baixo... – Comentava Nicolau, deixando James com uma clara face de irritação.

Os outros jovens riam discretamente e também era perceptível o diretor estar contendo o riso.

- Bem os critérios usados por eles não foram me passados, só foi passado isso – O diretor mostrava quatro cartas – E também a ordem de transferência.

Os jovens pegavam a carta e começavam a ler, era uma carta estranha em um pedaço de papel amarelado e com um brasão com um grande “A” na frente, na carta informava o horário de pegar um ônibus especial, ordem de levar somente o necessário e cosias básicas sobre as coisas e uma frase no final chamada: Bem vindos a Avalon.

Capitulo 00 - A Introdução

Em uma época onde este plano de existência era vazio, grandes poderes astrais lutavam por poder. Os estudiosos contam que, depois de tempos, um grande poder astral obteve a glória, então tudo foi criado a partir da vontade Dele. E numa explosão de energia massiva, o universo foi criado, nele existiam apenas três regras: A Vida, A Morte e O Equilíbrio. O universo se moldou diante dessas três regras soberanas, e em uma parte dele, a própria vida encontrou seu equilíbrio com a morte, naquele local só havia uma única massa de terra que em sua volta existia apenas água, neste local havia vida, dos mais variados tipos, de microscópicos, de pequenos, médios e grandes. Com tal sucesso, como benção a esse grande milagre do equilibro da vida e da morte, este ser de poderes astrais, conferiu no meio dessa terra um objeto, uma pedra brilhante em um altar de terra, cujo poder: era abençoar o ser que o tiver, com todo o conhecimento do universo. Então os grandes seres desse mundo ficaram de guardar tal objeto sagrado, estes seres, que pesavam toneladas, de pele escamosa e mandíbulas mortais.

Com o passar dos tempos os seres de outros planos, planos de trevas, planos mistos e planos de luz, migraram para este mundo, atrás de tal objeto astral e tiveram que lutar contra seus guardiões. Estudiosos dizem que a luta épica para a proteção de tal objeto, levou em uma onda de energia destrutiva tão alta, que levou o mundo ao desequilibro, com isso, o universo executou sua terceira lei: Equilíbrio. E em uma grande e única explosão, devastou o mundo de uma forma que a própria massa de terra sofreu o dano de uma forma tão poderosa que ela se partiu em varias e que até hoje, a terra ainda se movimenta por efeito dessa explosão e ainda neste momento a pedra brilhante do conhecimento foi partida em três pedaços e jogados pelo mundo.

A vida novamente se equilibrou com a morte e desse fruto, nasceu um ser que possuía maior capacidade de proteger, não com mandíbula forte e grande tamanho e peso, mas sim, numa forma compacta, porem mais inteligente capaz de proteger usando métodos mais complexos, então graças ao equilíbrio o ser, conhecido como humano veio a existir. Estudiosos afirmam que a inteligência foi a maior dádiva e maldição do ser humano, pois graças a ela ele esqueceu sua verdadeira missão, porem os poucos que ainda se lembravam dela, grandes povos da antiguidade de ciência avançada, trabalharam para esconder esse item dos seres que um dia voltaram para iniciar a guerra novamente.

Os grandes estudiosos afirmam que: Com o passar dos tempos, os seres de outros planos voltaram a pisar sobre esta terra, a procura do grande conhecimento partido em três, seres humanos começaram a ser dilacerados por tais seres de grande poder espiritual e dons sobrenaturais, com isso, a terceira lei agiu novamente, dando o equilíbrio entre humanos e seres sobrenaturais, dando aos seres humanos habilidades especiais para ajudá-los a defender sua terra e proteger o que deveria ser protegido. Então uma nova guerra começou e duraram tempos, no final nenhum lado saiu vitorioso, mas sim, com danos graves em suas estruturas, nesta época todos os seres humanos que possuíam habilidades especiais decidiram se juntar e perceberam que aos poços o próprio ser humano esta esquecendo sua real missão e para isso, eles deveria se separar de tal raça, a partir desse dia, todos os seres humanos com habilidades especiais foram conhecidos como “Metahumanos” e assim, todos se reuniram em um local especifico no coração do mundo, para decidir o que seria feito, e nesse dia, foi decretado que para treinar os metahumanos e qualquer ser sobrenatural que aderir a causa, seriam criadas áreas especiais de treino em todo o mundo, para assim, a missão desse planeta, que como real função serve de altar para a pedra do conhecimento não seja uma missão falha, e com isso, os verdadeiros guardiões do conhecimento, protegeriam a pedra do conhecimento, a terra e tudo que há de vivo nela, porem existia um problema os três fragmentos da pedra do conhecimento estavam perdidos pelo mundo. Neste dia, a primeira área de treinamento, conhecida hoje em dia como Avalon...